quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Eterno Amor: Estreia em Outubro na SIC - Ricardo Pereira a todo o gás

Ricardo Pereira surpreendeu ontem quem passava pelo Marquês de Pombal, em Lisboa. O actor, que protagoniza ‘Pedro Cardoso’ na nova novela da SIC, ‘Eterno Amor’, mostrou as suas habilidades de motociclista em cima de uma antiga Vespa.
Um amor impossível. É esta a história que vai preencher o serão dos telespectadores da SIC a partir de Outubro. Ricardo Pereira, na pele de ‘Pedro’, e Sandra Barata Belo, como ‘Leonor’ vão ser um verdadeiro par ‘Romeu e Julieta’ à portuguesa.
‘Leonor’ é descendente de uma família rica. ‘Pedro’ é um rapaz humilde. Conhecem-se no último ano do curso de Arquitectura e apaixonam-se profundamente, contra a vontade do pai, ‘Tomás’.
Como já não bastassem as suas origens humildes, ‘Pedro’ descobre ainda que o ‘futuro sogro’ abusou sexualmente da empregada, que é sua prima, e decide enfrentar o ‘ricaço’. Irritado, ‘Tomás’ trata de encomendar o atropelamento do rapaz, que passa cinco anos em coma. A ‘Leonor’, que fica grávida, é dito que o namorado morreu. Não descansado, ‘Tomás’ decide também fazer desaparecer o neto. ‘Leonor’ vive dias de angústia e depressão, até que, cinco anos depois, já casada com um homem que o pai lhe escolheu, reencontra ‘Pedro, que julgava morto. O drama e a luta por um amor quase impossível acabam por voltar ao início.

Cena chocante em ‘Sentimentos`

A actriz estreante argentina Maria Julia Socastro, que interpreta o papel da prisioneira ‘Neuza’ em ‘Sentimentos’ (TVI), fez, anteontem, sucessivos ensaios até obter o rigor exigido na complexa cena em que mata à facada o guarda prisional, interpretado por Dahn Nepales.
A jovem comete o crime para defender a amiga ‘Thai’ (Jani Zhao), injustamente condenada à morte na cadeia tailandesa, do assédio sexual do guarda. Alguns episódios depois, ‘Thai’ é liberta. Jani Zhao frisou, no final: "Cada cena que faço é como se fosse a última. Foi muito intenso!" Estas foram as últimas gravações na prisão tailandesa, que tem por décor o já desactivado Presídio Militar de Santarém, e que deixa de aparecer na novela em Setembro, após a libertação de ‘Thai’. Na cena do crime, Maria Julia Socastro recebeu instruções precisas do também argentino Carlos Dante, realizador e coordenador do projecto. Para além do guarda prisional assassinado, entraram na cena ‘prisioneiras’ interpretadas por figurantes, muitas das quais timorenses e macaenses. As diferentes origens no elenco e equipa técnica mostram a internacionalidade da novela de Tozé Martinho. Joana Solnado, que protagoniza ‘Leonor’, irmã de ‘Thai’, gravou também uma cena em Santarém com ‘Diogo’ (Diogo Amaral).

‘Playboy’ em pose sem autorização

A sessão fotográfica da edição de Agosto da ‘Playboy’, com uma ‘playmate’, em pleno Padrão dos Descobrimentos está a causar polémica. Além de alguns leitores se terem sentido ofendidos com o erotismo das imagens em locais que consideram ‘sagrados’, a revista, ao que o CM apurou, não pediu autorização a qualquer entidade para fotografar em monumentos nacionais.
Em 13 fotos nocturnas Susette Verde, 24 anos, aparece a posar 'nos locais onde os portugueses partiram à descoberta do Mundo', diz a revista. 'Não nos pediram nada. E nunca deixaríamos isso. Nem publicidade a carros autorizamos', explica ao CM Maria Resende do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico. A ‘playmate’ aparece a exibir o corpo seminu no Padrão dos Descobrimentos, espaço gerido pela EGEAC (Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural). De acordo com Susana Correia, da Direcção de Comunicação e Imagem, 'não deu entrada qualquer pedido de autorização para essa produção'. E acrescenta que a empresa foi 'apanhada de surpresa' e o assunto vai ser analisado pela direcção, que pode enviar o caso para o departamento jurídico. Sobre o descontentamento dos leitores, o editor da ‘Playboy’, João Araújo, diz ao CM: 'Temos um espaço para onde os leitores podem escrever e reclamar'.

Os Apresentadores dos Idolos nasceram no mesmo dia

Cláudia Vieira e João Manzarra descobriram ontem que o aniversário de ambos é no mesmo dia, a 20 de Junho. Os dois apresentadores da nova edição de ‘Ídolos’ acharam divertida a coincidência. E só se aperceberam dela quando o com CM perguntou a João Manzarra a sua data de nascimento. Cláudia desatou a rir e revelou ao colega: "Fazes anos no mesmo dia que eu!"
Os apresentadores frisaram ao CM que o seu signo é Gémeos, um signo que, segundo os astrólogos, é muito dado à comunicação. Com diferença de seis anos, João Manzarra tem 24 e Cláudia Vieira 30, esta dupla de Gémeos parece, assim, ter potencial para se dar bem no novo trabalho. Os dois apresentadores mostram-se, desde já, em sintonia, com vontade de se divertirem e, muito especialmente, de, como sublinham, "ajudar os concorrentes que, de repente, se vêem num concurso de televisão e têm de tentar vencer o nervosismo das eliminatórias". Cláudia Vieira comenta ao CM: "Estou de regresso da Tailândia e foi simpático receber lá a confirmação de que iria mesmo ser a apresentadora de ‘Ídolos’". Por sua vez, João Manzarra, também apresentador, com Carolina Patrocínio, de ‘Todos Gostam do Verão’ (SIC), sublinhou: "Sinto-me contente. Sempre gostei de ‘Ídolos’".

Publicitários fazem versão angolana dos Simpsons

A agência publicitária de Luanda Executive Center fez uma versão angolana dos Simpsons para promover a série de desenhos animados no serviço de televisão por satélite DStv.
As primeiras diferenças entre o anúncio e a criação original de Matt Groening incluem a total calvície do Homer angolano, bem como as rastas no cabelo de Lisa e Maggie. O Bart Simpson que promove o pacote tarifário Bué da DStv também não apresenta o cabelo espetado, sendo a matriarca Marge a única a manter o penteado tradicional, embora desprovido de tinta azul. Todos os membros da família disfuncional mais famosa da televisão – desta vez com pele castanha em vez do amarelo que lhes é característico – calçam sandálias e Homer tem junto a si uma lata da cerveja angolana Cuca.

Morangos com Açucar voltam dia 21 de Setembro na TVI

Depois de, na passada sexta-feira, ter sofrido uma interrupção devido a suspeita de gripe A na equipa técnica, a nova série de ‘Morangos com Açúcar’ volta às gravações no início desta semana.
Curiosamente, alguns dos actores que integram o novo elenco nem tiveram conhecimento do caso e não se mostraram receosos com a situação. É o caso de Sandra Celas, uma das actrizes da nova série, que disse ao CM: "Não sei nada acerca disso. Continuo a gravar esta semana, tal como estava previsto". Já Vítor Fonseca recusou falar no caso de gripe A. "Sobre isso, têm de falar com a produção". A sétima temporada de ‘Morangos com Açúcar’ está a ser gravada nos estúdios de Vialonga. O director da Plural, André Cerqueira, optou pelo cancelamento das gravações para esclarecer e tranquilizar toda a equipa da série. Os novos ‘Morangos’ giram em torno de uma história ao estilo de ‘Fame’, a série norte-americana que fez furor nos anos 80, com muita música e dança. Sandra Celas assume o papel de uma professora de teatro. Vítor Fonseca regressa na pele de um professor de dança. "Os ‘Morangos’ renovam-se sempre de Verão para Inverno e é sempre bom ver caras novas", disse ao CM. A sétima temporada tem estreia prevista para 21 de Setembro na TVI. A estes actores juntam-se Nuno Homem de Sá, Rosa do Canto, Sandra Faleiro e Julie Seargent

Sem Moniz, como fica a TVI?

Onze anos depois de ter conduzido a TVI à liderança graças à mestria com que geriu a ficção nacional e a programação, José Eduardo Moniz, o homem que ousou trazer para a TV portuguesa um formato como o ‘Big Brother’, abandona a estação e o cargo de director-geral. Com Moniz na vice-presidência da Ongoing, poderá ele regressar à TVI? E como reagirá a estação, que no domingo, dia 9, obteve a pior audiência do ano, perdendo a liderança? Haverá alguém no canal com perfil para dar continuidade ao trabalho de Moniz?
À falta de substituto imediato, as funções de Moniz são assumidas por Bernardo Bairrão, administrador delegado da Media Capital (MC) e antigo homem forte da NBP Produções, que faz questão de as partilhar com Luís Cunha Velho, um dos primeiros funcionários da estação de Queluz de Baixo, e João Maia Abreu. O primeiro vai dirigir a programação e Maia Abreu continua como director de Informação. Certo é que, segundo vários analistas, dificilmente a MC voltará a concentrar tanto poder como foi dado a Moniz. À Correio TV, Bernardo Bairrão explicou mesmo que 'ainda não está definido sequer se haverá um cargo semelhante, nos moldes em que era assumido por José Eduardo Moniz. Vamos Ver'. Quem duvida que José Eduardo Moniz tenha deixado de vez a TVI é Rui Cádima, docente universitário e crítico de TV, que interpreta os últimos acontecimentos como um 'avanço da Portugal Telecom sobre a TVI (Media Capital)'. Um cenário provável se a Ongoing Media, a quinta maior accionista da PT, comprar a Media Capital (dona da TVI). 'Moniz poderá voltar ao canal e continuar a geri-lo como membro de um conselho de administração da Ongoing, ou como delegado da Ongoing para a MC', explica. Mas se os destinos da TVI ficarem entregues a outra pessoa que não ao seu ex-director-geral, Rui Cádima acha que a estação vai ter pela frente 'desafios complexos' porque não vê 'ninguém' que possa fazer o que Moniz fez 'em termos de supervisão' e sobretudo no 'domínio da ficção'. 'O segredo da TVI era ter um bom gestor de conteúdos de ficção portuguesa. E esse gestor chamava-se José Eduardo Moniz, que lia guiões, escolhia actores, realizadores, guionistas... Moniz geria a cadeia de valor completa da ficção. Isto é muito difícil para qualquer outro profissional. Não há currículos a este nível. Mesmo pensando num profissional como Emídio Rangel, em termos de novela, ele limitar-se-ia a encomendar formatos ao Brasil. No caso de Nuno Santos [director de Programas da SIC] acho que não tem a experiência de um programador sénior', conclui o crítico de TV. As qualidades de Moniz, em termos comerciais, são também evocadas por Cádima, que considera o ex-director 'um mestre'. 'Na grelha ele sabia como combinar a programação com a informação e fazer contraprogramação, apresentar uma novela, condensar capítulos de outra... Moniz era um mestre neste exercício de captação e fidelização de públicos', recorda. Sem o seu 'supervisor e mestre', a TVI poderá perder qualidade, sentencia o crítico de TV que aponta para outro fenómeno: a recuperação da SIC, 'não por mérito', mas pelo abaixamento provável do concorrente. 'É natural que a partir de Setembro comece a haver fluxos de públicos da TVI para a SIC e para a RTP 1. Assistiremos a um maior equilíbrio de audiências entre a TVI, SIC e RTP 1', prevê Rui Cádima. Com a saída de José Eduardo Moniz da TVI, as suas funções ficam mais diluidas. 'Continuar a linha de trabalho de José Eduardo Moniz,' que deixou o 'canal programado para os próximos seis meses,' é a intenção anunciada por Bernardo Bairrão. Diz o administrador delegado da MC que 'todos os projectos previstos' estão em 'andamento.' Sobre a substituição de Moniz, esclarece: 'Em Setembro será apresentada uma solução que pode passar por outros cargos, outras funções. Tudo está a ser analisado', refere. Questionado sobre o regresso do ‘Jornal Nacional de 6.ª’, no dia 4 de Setembro, limitou-se a dizer: 'É provável que assim aconteça!' Maria Ana Borges de Sousa, directora de Comunicação e Relações Internacionais da TVI, diz que 'o trabalho está planeado. Não há razão para mudar a grelha e os projectos que estão em andamento. A perda de José Eduardo Moniz é emocional e profissional, mas o trabalho continua, há uma estratégia que se mantém e uma equipa de excelentes profissionais'. Na TVI, foi com estupefacção que muitos profissionais viram José Eduardo Moniz abandonar Queluz de Baixo. Lágrimas, beijos e abraços marcaram a festa de despedida do ex-director-geral. Sobre o futuro da TVI, as opiniões dividem-se. Piet-Hein, produtor da CBV, conhece Moniz desde que chegou a Portugal em 1994. 'Recordo a reunião em que ele decidiu comprar o ‘Big Brother’. Mostrei-lhe uma promo, ele apreciou-o e, minutos depois, adquiriu o formato. É também um homem que não esquece o trabalho das produtoras que fizeram sucesso e tem uma relação próxima com quem trabalha. Tem sempre uma palavra de incentivo', diz Piet-Hein. Já o autor e actor Tozé Martinho acredita que o ex-director tenha 'transmitido tudo o que sabe', sublinha. Confiante está Cristina Ferreira, apresentadora do ‘Você na TV!’. 'Acredito que há pessoas insubstituíveis e o José Eduardo é uma delas. Gostava de subir mais alguns degraus pela mão dele'. com I.F. e S.C.

JORNAL NACIONAL DE 6.ª FEIRA: MANUELA QUER REGRESSAR DIA 4

'Regresso dia 4 e não recebi qualquer indicação para alterar a linha editorial do ‘Jornal Nacional de 6.ª’, disse a subdirectora de Informação da TVI à Correio TV. Este bloco de informação, que segundo Cádima 'tem criado algumas angústias governamentais', foi severamente criticado pelo primeiro-ministro, José Sócrates. Manuela Moura Guedes doente, com uma cólica renal, garante que estará 'apta' em Setembro. Entretanto, vários jornalistas do jornal de 6.ª anteciparam o regresso ao trabalho.

CARREIRA: DAS TELEVISÕES Á ONGOING

Aos 57 anos, Moniz deixa a TVI para assumir a vice-presidência da Ongoing Media, sub-holding da empresa, liderada por Nuno Vasconcellos (foto em recorte). A Ongoing abrange áreas de investimento como telecomunicações, consultoria, imobiliário, banca e media. E detém 23% da Impresa (SIC, Visão e Expresso) e controla o Diário e Semanário Económicos. A Media Capital (TVI) poderá estar na mira da Ongoing.

MEDIA CAPITAL: RESULTOS NO 1.º SEMESTRE DE 2009

72, 4 milhões em receitas publicitárias

-13 milhões foi o que a área TV perdeu em receitas face ao 1.º semestre de 2008

19% de share registou a TVI no domingo, 9 de Agosto

 
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